(For Translation, please click on your flag)

For Translation, please click on your flag

segunda-feira, 28 de março de 2011

GOSTO POR GOSTO...


Moleskine


Tudo começou em Paris, no meio do século XIX, quando artistas e escritores compravam um pequeno caderno preto, liso, sem pauta e com elástico onde era possível desenhar, escrever e até pintar.
Personalidades como Vincent Van Gogh, Pablo Picasso, Ernest Hemingway e Bruce Chatwin adquiriam seus cadernos em pequenas lojas espalhadas por Paris, que eram supridas por um encadernador francês que os fabricava quase que caseiramente.
Os cadernos foram produzidos por mais de um século por uma pequena editora francesa, que os fornecia às papelarias de Paris, frequentadas por importantes figuras das vanguardas artísticas. Porém, em meados da década de 1980, eles se tornaram cada vez mais raros, até sumirem completamente.

Atualmente, a empresa que retomou a produção dos antigos cadernos – batizada de Moleskine por conta do nome que Bruce Chatwin atribuiu ao seu notebook .



(...numerava as páginas de cada caderno novo, escrevia o seu nome e pelo menos dois endereços, e uma promessa de recompensa no caso de perda do seu Moleskine.
"Perder meu passaporte era a menor das minhas preocupações, perder um caderno de anotações, seria uma catástrofe", dizia Bruce Chatwin.)

Surgiram os notebooks, primeiramente, e depois os netbooks. Assim ficou mais fácil carregar os pensamentos e as ideias, que são deixadas em documentos do Word, em blogs ou no Twitter.
Mas o gostinho de carregar um pequeno caderno na mochila, na bolsa ou mesmo no bolso da calça não sumiu com a tecnologia, para muitas pessoas ao redor do globo.


singrandohorizontes

Sem comentários:

Enviar um comentário